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	<title>Comentários para Blog MundoGEO</title>
	<link>http://blog.mundogeo.com</link>
	<description>O blog da Geoinformação</description>
	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 19:14:05 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em Caos cartográfico brasileiro por Emerson</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-798</link>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 17:47:52 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-798</guid>
					<description>Oi Emerson
 
Bom dia!!!!

Emerson , pode colocar tudo isso em seu blog de MUNDOGEO.Meu amigo de 29 anos!!!
 
Naquele domingo tive um dia bastante atarefado, mas antes de dormir fui ler, com bastante calma, as "news" e qual não foi a minha surpresa, a respeito da DSG mapear a Amazônia na página 14 do O GLOBO de domingo último, ou seja dia 06/Jul./2008 com o apoio da Casa Civil da Presidência da República, leia-se Ministra Dilma Roussef.
 
Os ventos estão soprando a favor de nossa Cartografia, vou ver se tiro xerox da matéria e te mando pelo correio, pois é de página inteira, vou mandar para o Luiz de A MIRa também, pois êle também tem se movido nesta questão dos vazios cartográficos como o da Amazônia e de atualização do mapeamento sistemático brasileiro, que começaram com Você em nossa Lista Eletrônica e em suas Publicações InfoGeo, InfoGNSS.
 
Fico feliz por meu Ex-Aluno do IME (1991), o General Eng. Cart. Pedro Ronalt Vieira, atual Diretor da DSG, estar mobilizado nesta luta. Serão 20 mil cartas topográficas, geológicas e naúticas. Todos sabem que defendi por muitos anos o mapeamento da Região Amazônica, por Radar digital aerotransportado de abertura sintética, como alternativa cartográfica para a Amazônia em: Curitiba, Estocolmo, Lisboa, Niterói, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo,Vienna e Washington.
 
Seria muito bom que o nosso Colega Ronalt, ou algum de seus designados colocasse mais detalhes sobre este Projeto de Radiografia da Amazônia em nossa Lista Eletrônica. Nossa Comunidade Cartográfica desde já congratula-se com Êle e com a SPU. Precisamos conhecer melhor nosso Brasil, para o desenvolvimento sustentável e defesa do território.
 
Abraços Cariocas
Saudações Geocartográficas
 
Eliane Alves da Silva -Ex-Conselheira Regional - CREA-RJ/SENGE-RJ/Ex-CNACCEEAGRIs/CONFEA/IBGE/DGC/GDI</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Emerson</p>
<p>Bom dia!!!!</p>
<p>Emerson , pode colocar tudo isso em seu blog de MUNDOGEO.Meu amigo de 29 anos!!!</p>
<p>Naquele domingo tive um dia bastante atarefado, mas antes de dormir fui ler, com bastante calma, as &#8220;news&#8221; e qual não foi a minha surpresa, a respeito da DSG mapear a Amazônia na página 14 do O GLOBO de domingo último, ou seja dia 06/Jul./2008 com o apoio da Casa Civil da Presidência da República, leia-se Ministra Dilma Roussef.</p>
<p>Os ventos estão soprando a favor de nossa Cartografia, vou ver se tiro xerox da matéria e te mando pelo correio, pois é de página inteira, vou mandar para o Luiz de A MIRa também, pois êle também tem se movido nesta questão dos vazios cartográficos como o da Amazônia e de atualização do mapeamento sistemático brasileiro, que começaram com Você em nossa Lista Eletrônica e em suas Publicações InfoGeo, InfoGNSS.</p>
<p>Fico feliz por meu Ex-Aluno do IME (1991), o General Eng. Cart. Pedro Ronalt Vieira, atual Diretor da DSG, estar mobilizado nesta luta. Serão 20 mil cartas topográficas, geológicas e naúticas. Todos sabem que defendi por muitos anos o mapeamento da Região Amazônica, por Radar digital aerotransportado de abertura sintética, como alternativa cartográfica para a Amazônia em: Curitiba, Estocolmo, Lisboa, Niterói, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo,Vienna e Washington.</p>
<p>Seria muito bom que o nosso Colega Ronalt, ou algum de seus designados colocasse mais detalhes sobre este Projeto de Radiografia da Amazônia em nossa Lista Eletrônica. Nossa Comunidade Cartográfica desde já congratula-se com Êle e com a SPU. Precisamos conhecer melhor nosso Brasil, para o desenvolvimento sustentável e defesa do território.</p>
<p>Abraços Cariocas<br />
Saudações Geocartográficas</p>
<p>Eliane Alves da Silva -Ex-Conselheira Regional - CREA-RJ/SENGE-RJ/Ex-CNACCEEAGRIs/CONFEA/IBGE/DGC/GDI
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Maior auto-retrato do mundo ou um viral da DHL? por Eduardo Freitas Oliveira</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-795</link>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 14:36:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-795</guid>
					<description>oi Isa
concordo que o vídeo é bem chatinho ... mas surtiu algum efeito, como dá pra ver no gráfico do Tecnorati do final de maio
as listas de discussão sobre gps também bombaram no período, tanto com a notícia como com o desmentido
bj</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi Isa<br />
concordo que o vídeo é bem chatinho &#8230; mas surtiu algum efeito, como dá pra ver no gráfico do Tecnorati do final de maio<br />
as listas de discussão sobre gps também bombaram no período, tanto com a notícia como com o desmentido<br />
bj
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Maior auto-retrato do mundo ou um viral da DHL? por isabela sperandio</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-794</link>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 07:51:57 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-794</guid>
					<description>ps. e o que a FedEx fez, nao importa quanto investiu, sim que tem o impacto que este vídeo nao consegue lograr.
:p</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ps. e o que a FedEx fez, nao importa quanto investiu, sim que tem o impacto que este vídeo nao consegue lograr.<br />
:p
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Maior auto-retrato do mundo ou um viral da DHL? por isabela sperandio</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-793</link>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 07:50:51 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-793</guid>
					<description>interessante.. mas os produtores que me desculpem... o video é CHATÍSSIMO!
um minuto INTEIRO institucional de DHL? claro que é um video produzido pelo departamento de comunicacao da empresa... por gente que definitivamente, nao sabe como fazer um viral.
mas vale a pena, a idéia é curiosa.... só precisam treinar um pouco mais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>interessante.. mas os produtores que me desculpem&#8230; o video é CHATÍSSIMO!<br />
um minuto INTEIRO institucional de DHL? claro que é um video produzido pelo departamento de comunicacao da empresa&#8230; por gente que definitivamente, nao sabe como fazer um viral.<br />
mas vale a pena, a idéia é curiosa&#8230;. só precisam treinar um pouco mais.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Caos cartográfico brasileiro por Emerson Granemann</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-792</link>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:30:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-792</guid>
					<description>Emerson Zanon Granemann é engenheiro cartógrafo, diretor e publisher da Editora MundoGEO”

Texto inédito que será publicado na InfoGEO de julho nr 53


A cartografia brasileira começa a ser repensada

A mobilização “Vamos mapear o Brasil?” está realmente agitando a comunidade. Apesar das inúmeras divergências, o ponto comum é que todos concordam que alguma coisa precisa ser feita. 

Os mapas hoje são parte importante dos projetos de Tecnologia de Informação na gestão de grandes corporações públicas e privadas. Além disso, ferramentas como o Google Earth revolucionam a mente, tanto de crianças como de altos executivos.
O próprio conceito histórico do mapeamento sistemático vem sendo re-discutido dentro do IBGE, segundo relata o seu atual diretor de geociências, Luiz Paulo Fortes. Será que os usuários realmente precisam desses dados no formato que sonham muitos cartógrafos e empresários do setor?
Outro ponto são as responsabilidades. Deve-se apostar todas as fichas no governo federal, ou não seriam os estados os verdadeiros responsáveis por dinamizar os investimentos no setor? Assim, restaria a uma entidade reguladora central somente a definição de conceitos de padronização e de infraestrutura de dados espaciais, como a Comissão Nacional de Cartografia (Concar) já vem fazendo.
Mal ou bem, os projetos estão saindo do papel. Segundo o general Pedro Ronald Vieira, recém empossado na Diretoria do Serviço Geográfico (DSG), existe atualmente em curso um grande projeto de mapeamento da Amazônia, envolvendo várias instituições que atuam na região. Os recursos são significativos e passam de 300 milhões de reais, a serem usados nos próximos seis anos.
Fruto do debate, começam a ser melhor divulgados vários projetos estaduais e regionais de mapeamento. A descentralização da cartografia, como diz o cartógrafo Nilson Ferreira, do Espírito Santo, é uma realidade e pode ser considerada um novo paradigma do setor. O que faz falta é não termos no Brasil um mecanismo para inventariar e divulgar essas ações de forma sistemática.
Existem ausências sentidas nessas discussões, como as Universidades. Além da falta de iniciativa da maioria dos acadêmicos em manifestar suas opiniões, notamos uma quase inexistência de pesquisas aplicadas, que respondam perguntas freqüentes dos usuários. Não existe melhor lugar para que pudessem aparecer propostas para testar novos processos de mapeamento, em pequenas e grandes escalas. Pelas facilidades de linhas de financiamento para pesquisa, comparações entre soluções de outros países poderiam queimar etapas no Brasil, no momento de propor uma solução que, invariavelmente, envolve milhões de reais, muitas vezes de dinheiro público. 
A produção de pesquisas e projetos é inegavelmente grande nas universidades no Brasil. O que é questionável é o número reduzido de projetos que atendam melhor às necessidades atuais da sociedade.
Outra ausência sentida é da Sociedade Brasileira de Cartografia (SBC). Nos últimos anos, só ouvimos falar dela quando está próximo da realização do seu congresso ou da festa de entrega das famosas condecorações.
A SBC deveria, através da sua direção, atualizar-se tecnologicamente e gerencialmente, e reconstruir sua imagem para, depois, manifestar-se para a comunidade. Não é o bastante para uma sociedade científica, de grande tradição, virar uma mera organizadora de congressos para um grupo cada vez mais restrito de profissionais. Prova disso é o crescimento de outros eventos afins, como o de sensoriamento remoto promovido pelo Inpe e outros promovidos pela UFPR, UFPE, Unesp, etc..
O ato de repensar a cartografia no Brasil deve seguir o mesmo caminho mundial. Os dados geográficos para aplicações, sejam elas convencionais, na internet ou móveis, devem atender não a cartógrafos, mas a seus usuários. Fica cada vez mais evidente e irreversível que, no processo de especificação, produção e representação cartográfica, existem espaços para agrimensores, cartógrafos, geógrafos e demais profissionais sérios que se especializaram no tema, e que os usuários das mais diversas formações é que vão dizer que tipo de mapa precisam, de forma compatível com a verba disponível.

Emerson Zanon Granemann é engenheiro cartógrafo, diretor e publisher da Editora MundoGEO</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Emerson Zanon Granemann é engenheiro cartógrafo, diretor e publisher da Editora MundoGEO”</p>
<p>Texto inédito que será publicado na InfoGEO de julho nr 53</p>
<p>A cartografia brasileira começa a ser repensada</p>
<p>A mobilização “Vamos mapear o Brasil?” está realmente agitando a comunidade. Apesar das inúmeras divergências, o ponto comum é que todos concordam que alguma coisa precisa ser feita. </p>
<p>Os mapas hoje são parte importante dos projetos de Tecnologia de Informação na gestão de grandes corporações públicas e privadas. Além disso, ferramentas como o Google Earth revolucionam a mente, tanto de crianças como de altos executivos.<br />
O próprio conceito histórico do mapeamento sistemático vem sendo re-discutido dentro do IBGE, segundo relata o seu atual diretor de geociências, Luiz Paulo Fortes. Será que os usuários realmente precisam desses dados no formato que sonham muitos cartógrafos e empresários do setor?<br />
Outro ponto são as responsabilidades. Deve-se apostar todas as fichas no governo federal, ou não seriam os estados os verdadeiros responsáveis por dinamizar os investimentos no setor? Assim, restaria a uma entidade reguladora central somente a definição de conceitos de padronização e de infraestrutura de dados espaciais, como a Comissão Nacional de Cartografia (Concar) já vem fazendo.<br />
Mal ou bem, os projetos estão saindo do papel. Segundo o general Pedro Ronald Vieira, recém empossado na Diretoria do Serviço Geográfico (DSG), existe atualmente em curso um grande projeto de mapeamento da Amazônia, envolvendo várias instituições que atuam na região. Os recursos são significativos e passam de 300 milhões de reais, a serem usados nos próximos seis anos.<br />
Fruto do debate, começam a ser melhor divulgados vários projetos estaduais e regionais de mapeamento. A descentralização da cartografia, como diz o cartógrafo Nilson Ferreira, do Espírito Santo, é uma realidade e pode ser considerada um novo paradigma do setor. O que faz falta é não termos no Brasil um mecanismo para inventariar e divulgar essas ações de forma sistemática.<br />
Existem ausências sentidas nessas discussões, como as Universidades. Além da falta de iniciativa da maioria dos acadêmicos em manifestar suas opiniões, notamos uma quase inexistência de pesquisas aplicadas, que respondam perguntas freqüentes dos usuários. Não existe melhor lugar para que pudessem aparecer propostas para testar novos processos de mapeamento, em pequenas e grandes escalas. Pelas facilidades de linhas de financiamento para pesquisa, comparações entre soluções de outros países poderiam queimar etapas no Brasil, no momento de propor uma solução que, invariavelmente, envolve milhões de reais, muitas vezes de dinheiro público.<br />
A produção de pesquisas e projetos é inegavelmente grande nas universidades no Brasil. O que é questionável é o número reduzido de projetos que atendam melhor às necessidades atuais da sociedade.<br />
Outra ausência sentida é da Sociedade Brasileira de Cartografia (SBC). Nos últimos anos, só ouvimos falar dela quando está próximo da realização do seu congresso ou da festa de entrega das famosas condecorações.<br />
A SBC deveria, através da sua direção, atualizar-se tecnologicamente e gerencialmente, e reconstruir sua imagem para, depois, manifestar-se para a comunidade. Não é o bastante para uma sociedade científica, de grande tradição, virar uma mera organizadora de congressos para um grupo cada vez mais restrito de profissionais. Prova disso é o crescimento de outros eventos afins, como o de sensoriamento remoto promovido pelo Inpe e outros promovidos pela UFPR, UFPE, Unesp, etc..<br />
O ato de repensar a cartografia no Brasil deve seguir o mesmo caminho mundial. Os dados geográficos para aplicações, sejam elas convencionais, na internet ou móveis, devem atender não a cartógrafos, mas a seus usuários. Fica cada vez mais evidente e irreversível que, no processo de especificação, produção e representação cartográfica, existem espaços para agrimensores, cartógrafos, geógrafos e demais profissionais sérios que se especializaram no tema, e que os usuários das mais diversas formações é que vão dizer que tipo de mapa precisam, de forma compatível com a verba disponível.</p>
<p>Emerson Zanon Granemann é engenheiro cartógrafo, diretor e publisher da Editora MundoGEO
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Caos cartográfico brasileiro por Emerson Granemann</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-791</link>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:28:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-791</guid>
					<description>Textos inéditos que serão publicados na InfoGEO de julho nr 53

Qual é o mapa que o Brasil precisa?

A discussão sobre o mapeamento do Brasil tomou novos rumos nos últimos dias, com o foco mudando para o tipo de mapa que o país realmente necessita. Sai de cena o mapeamento sistemático tradicional, e novos conceitos de padronização e de infraestrutura de dados espaciais passam a dominar o debate.

Com dezenas de mensagens sobre o assunto, a lista de discussão da Associação Brasileira de Engenheiros Cartógrafos – São Paulo (Abec-SP)  foi a que mais se envolveu na questão do novo paradigma para a cartografia. Veja abaixo alguns comentários.

“Respondendo ao questionamento sobre o assunto "Vamos mapear o Brasil?", quero informar que sou geógrafo, curso mestrado em engenharia civil e ambiental na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), e minha dissertação diz respeito a um mapeamento geoambiental da bacia do rio Jacaré, afluente do São Francisco que banha a região de Irecê, no interior da Bahia. A finalidade é analisar espacialmente a situação ambiental da bacia e gerar diversos mapas, desde o mais comum até o geoambiental. Também aproveito o ensejo para informar que a UEFS tem um mestrado em modelagem ambiental com diversos trabalhos sobre mapeamentos no Estado, e estou entrando em um grupo, também na Universidade, que irá realizar, entre outras atividades, mapeamento da desertificação na Bahia. Também temos um laboratório de geotecnologias que realiza diversos mapeamentos do município de Feira de Santana, com vistas ao planejamento, principalmente urbano. Agora, o Governo Estadual está realizando, via universidades públicas, a atualização dos planos diretores das bacias, o que irá gerar um novo mapeamento para todo o Estado.”
Carlos Ney

“Acho que o novo paradigma para a cartografia é a descentralização. Temos que incentivar que os Estados brasileiros tenham órgãos oficiais de cartografia. Sugiro que demos início ao “separatismo” da cartografia, cada Estado faz a sua cartografia, através da consolidação de seus órgãos oficiais de cartografia. Cada Estado deve ser responsável pelo mapeamento de seu território, pelo levantamento de suas propriedades rurais, pelo mapeamento de sua infraestrutura, etc.. Cartografia tem que ser sinônimo de desenvolvimento, de progresso, de organização, de eficiência, de esperança, de justiça. Tem que ser a base concreta para a elaboração de políticas públicas sérias, de respeito ao meio ambiente, de gestão territorial eficiente, do fim da obscuridade de falsos planejamentos. Os estados brasileiros que tiverem boas bases cartográficas e que as utilizarem sairão na frente, poderão atrair mais investimentos, os processos de licenciamento ambiental e jurídicos serão mais rápidos, poderá ter mais justiça tributária, conseguirá maior agilidade na implantação de infraestruturas, terá um sistema financeiro mais seguro, proporcionará melhores oportunidades aos seus cidadãos.”
Nilson C. Ferreira
 
“A título de informação, aqui no Espírito Santo está em andamento um projeto cartográfico que irá mapear todo o Estado na escala 1:15.000. Todos os produtos gerados nesse projeto (ortofotos, apoio terrestre, feições restituídas, etc.) serão de livre acesso a todos os interessados, sem restrições. Já é um começo. Vamos mapear o Brasil!”
José Carlos Batista

"Espero que os dados do Espírito Santo, após processados, analisados e representados, sejam realmente disponibilizados para o público em geral, e que haja um esforço dos demais Estados para realizar seus mapeamentos. Um detalhe importante: o Espírito Santo, nos últimos anos, cresce a taxas maiores que capitais como São Paulo, por exemplo."
Joaquim Luiz Rodrigues Neto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Textos inéditos que serão publicados na InfoGEO de julho nr 53</p>
<p>Qual é o mapa que o Brasil precisa?</p>
<p>A discussão sobre o mapeamento do Brasil tomou novos rumos nos últimos dias, com o foco mudando para o tipo de mapa que o país realmente necessita. Sai de cena o mapeamento sistemático tradicional, e novos conceitos de padronização e de infraestrutura de dados espaciais passam a dominar o debate.</p>
<p>Com dezenas de mensagens sobre o assunto, a lista de discussão da Associação Brasileira de Engenheiros Cartógrafos – São Paulo (Abec-SP)  foi a que mais se envolveu na questão do novo paradigma para a cartografia. Veja abaixo alguns comentários.</p>
<p>“Respondendo ao questionamento sobre o assunto &#8220;Vamos mapear o Brasil?&#8221;, quero informar que sou geógrafo, curso mestrado em engenharia civil e ambiental na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), e minha dissertação diz respeito a um mapeamento geoambiental da bacia do rio Jacaré, afluente do São Francisco que banha a região de Irecê, no interior da Bahia. A finalidade é analisar espacialmente a situação ambiental da bacia e gerar diversos mapas, desde o mais comum até o geoambiental. Também aproveito o ensejo para informar que a UEFS tem um mestrado em modelagem ambiental com diversos trabalhos sobre mapeamentos no Estado, e estou entrando em um grupo, também na Universidade, que irá realizar, entre outras atividades, mapeamento da desertificação na Bahia. Também temos um laboratório de geotecnologias que realiza diversos mapeamentos do município de Feira de Santana, com vistas ao planejamento, principalmente urbano. Agora, o Governo Estadual está realizando, via universidades públicas, a atualização dos planos diretores das bacias, o que irá gerar um novo mapeamento para todo o Estado.”<br />
Carlos Ney</p>
<p>“Acho que o novo paradigma para a cartografia é a descentralização. Temos que incentivar que os Estados brasileiros tenham órgãos oficiais de cartografia. Sugiro que demos início ao “separatismo” da cartografia, cada Estado faz a sua cartografia, através da consolidação de seus órgãos oficiais de cartografia. Cada Estado deve ser responsável pelo mapeamento de seu território, pelo levantamento de suas propriedades rurais, pelo mapeamento de sua infraestrutura, etc.. Cartografia tem que ser sinônimo de desenvolvimento, de progresso, de organização, de eficiência, de esperança, de justiça. Tem que ser a base concreta para a elaboração de políticas públicas sérias, de respeito ao meio ambiente, de gestão territorial eficiente, do fim da obscuridade de falsos planejamentos. Os estados brasileiros que tiverem boas bases cartográficas e que as utilizarem sairão na frente, poderão atrair mais investimentos, os processos de licenciamento ambiental e jurídicos serão mais rápidos, poderá ter mais justiça tributária, conseguirá maior agilidade na implantação de infraestruturas, terá um sistema financeiro mais seguro, proporcionará melhores oportunidades aos seus cidadãos.”<br />
Nilson C. Ferreira</p>
<p>“A título de informação, aqui no Espírito Santo está em andamento um projeto cartográfico que irá mapear todo o Estado na escala 1:15.000. Todos os produtos gerados nesse projeto (ortofotos, apoio terrestre, feições restituídas, etc.) serão de livre acesso a todos os interessados, sem restrições. Já é um começo. Vamos mapear o Brasil!”<br />
José Carlos Batista</p>
<p>&#8220;Espero que os dados do Espírito Santo, após processados, analisados e representados, sejam realmente disponibilizados para o público em geral, e que haja um esforço dos demais Estados para realizar seus mapeamentos. Um detalhe importante: o Espírito Santo, nos últimos anos, cresce a taxas maiores que capitais como São Paulo, por exemplo.&#8221;<br />
Joaquim Luiz Rodrigues Neto
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Caos cartográfico brasileiro por HGT - Adriano Huguet</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-790</link>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 01:06:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/03/01/caos-cartografico-brasileiro/#comment-790</guid>
					<description>Seguindo o raciocínio dos comentários de número 8, 10 e 15; gostaria de iniciar de forma prática uma discussão sobre custos de mapeamento 1:10.000 em larga escala, e a capacidade ou interesse do estado em arcar com estes custos.

Como passo inicial para incrementar a quantidade de cartografia básica existente sobre o território nacional podemos citar os mapeamentos para geração de Orthofotos e Modelos de Altimetria.

Temos participado de projetos envolvendo o custo de R$100,00 por Km2, ou R$1,00 por hectare, para vôo e obtenção de orthofotos em escala de precisao 1:10000 PEC-A com pixel digital de 60cms.

Neste patamar de preco, poderiamos dizer a grosso modo, que um mapeamento em orthofoto de precisao 1:10000 PEC-A sobre 1% do territorio brasileiro custaria 8.5 milhoes de reais. Um recobrimento anual sucessivo sobre 20% do território, nesta precisão, custaria 170 milhões/ano e resolveria completamente a atual situação caótica em orthofotos que enfrentamos, pelo menos na escala citada.

Existe a tecnologia, existe a capacidade das empresas de sensoriamento em realizarem mapeamentos massiços, cabe agora aos Administradores Públicos a viabilização destes projetos de uso multi-finalitário, em oposição a atual política de mapeamento sobre pequenas áreas, a custos proporcionalmente superiores para uso restrito de uma instituição ou projeto.

Adriano Huguet
Diretor de Tecnologia
HGT Geoprocessamento
huguet@oi.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo o raciocínio dos comentários de número 8, 10 e 15; gostaria de iniciar de forma prática uma discussão sobre custos de mapeamento 1:10.000 em larga escala, e a capacidade ou interesse do estado em arcar com estes custos.</p>
<p>Como passo inicial para incrementar a quantidade de cartografia básica existente sobre o território nacional podemos citar os mapeamentos para geração de Orthofotos e Modelos de Altimetria.</p>
<p>Temos participado de projetos envolvendo o custo de R$100,00 por Km2, ou R$1,00 por hectare, para vôo e obtenção de orthofotos em escala de precisao 1:10000 PEC-A com pixel digital de 60cms.</p>
<p>Neste patamar de preco, poderiamos dizer a grosso modo, que um mapeamento em orthofoto de precisao 1:10000 PEC-A sobre 1% do territorio brasileiro custaria 8.5 milhoes de reais. Um recobrimento anual sucessivo sobre 20% do território, nesta precisão, custaria 170 milhões/ano e resolveria completamente a atual situação caótica em orthofotos que enfrentamos, pelo menos na escala citada.</p>
<p>Existe a tecnologia, existe a capacidade das empresas de sensoriamento em realizarem mapeamentos massiços, cabe agora aos Administradores Públicos a viabilização destes projetos de uso multi-finalitário, em oposição a atual política de mapeamento sobre pequenas áreas, a custos proporcionalmente superiores para uso restrito de uma instituição ou projeto.</p>
<p>Adriano Huguet<br />
Diretor de Tecnologia<br />
HGT Geoprocessamento<br />
<a href="mailto:huguet@oi.com.br">huguet@oi.com.br</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Maior auto-retrato do mundo ou um viral da DHL? por Eduardo Freitas Oliveira</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-775</link>
		<pubDate>Thu, 29 May 2008 13:23:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-775</guid>
					<description>É isso aí Luis ... grande jogada de mkt ... e ainda saiu bem mais em conta que o filme "Náufrago", a maior propaganda já feita pela concorrente (FedEx)
:)
Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso aí Luis &#8230; grande jogada de mkt &#8230; e ainda saiu bem mais em conta que o filme &#8220;Náufrago&#8221;, a maior propaganda já feita pela concorrente (FedEx)<br />
:)<br />
Abs
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Maior auto-retrato do mundo ou um viral da DHL? por Luis</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-772</link>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 22:39:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/28/maior-auto-retrato-do-mundo-ou-um-viral-da-dhl/#comment-772</guid>
					<description>Realmente uma jogada de Geomarketing.
A criatividade e a linguagem subliminar embutida na propaganda muito bem traçada pelo planejamento estratégico é hoje a arma das grandes empresas para o mercado competitivo que temos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente uma jogada de Geomarketing.<br />
A criatividade e a linguagem subliminar embutida na propaganda muito bem traçada pelo planejamento estratégico é hoje a arma das grandes empresas para o mercado competitivo que temos.
</p>
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		<title>Comentário em Sai Marina, entra Minc. E o Inpe, como fica? por Eduardo Freitas Oliveira</title>
		<link>http://blog.mundogeo.com/2008/05/21/sai-marina-entra-minc-e-o-inpe-como-fica/#comment-769</link>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:41:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.mundogeo.com/2008/05/21/sai-marina-entra-minc-e-o-inpe-como-fica/#comment-769</guid>
					<description>Não considero a ex-ministra tão radical assim, Luiz Amadeu ... mas vamos aguardar para ver como o Minc - que já revelou ser um frasista - vai se postar.
Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não considero a ex-ministra tão radical assim, Luiz Amadeu &#8230; mas vamos aguardar para ver como o Minc - que já revelou ser um frasista - vai se postar.<br />
Abs
</p>
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